Dor de cabeça Apólice não chegou nas mãos da cliente até agora e, portanto, seu celular não está assegurado
Arquivo Pessoal

Após comprar um smartphone na loja virtual da Casas Bahia, a auxiliar de primeira infância Tatiane Pinheiro Ruela, 30 anos, de Mauá, resolveu adquirir também um seguro contra roubo, furto ou quebra acidental para o aparelho no dia 18 de maio, via televendas. O problema foi que a apólice não chegou nas mãos da consumidora até agora e, portanto, seu telefone não está assegurado.
“Disseram que o certificado do seguro seria enviado via e-mail. Só que isso nunca chegou até mim. Fiz inúmeras reclamações em todos os canais da loja, e depois de um mês, entraram em contato para dizer que o seguro não estava mais disponível e eles iriam cancelar a compra”, conta Tatiane.
Ela, contudo, não quer que o serviço seja cancelado, muito pelo contrário, exige que o acordo de venda seja cumprido e que o celular tenha a proteção que contratou por R$ 692 e que segue pagando as parcelas no cartão de crédito.
“Vai fazer quase três meses que comprei o celular e o seguro, estou pagando por eles, mas não estou usufruindo do serviço”, diz indignada.
De acordo com o Procon, é direto da consumidora não aceitar o cancelamento da compra e requerer o cumprimento do servido ofertado. Caso a loja se recuse a pôr isso em prática, o órgão aconselha Tatiane a juntar os comprovantes da contratação do seguro, número do protocolo de atendimento e nome do atendente e procurar o Procon da cidade, munida de um documento pessoal, para registrar a reclamação.
A Casas Bahia foi procurada e informou somente que “o caso da cliente já está sendo analisado pela equipe de atendimento junto à empresa seguradora”.
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